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Centena
de milhões
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Dezena
de milhões
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Unidade
de milhões
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Centena de milhar
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Dezena de milhar
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Unidade de milhar
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Centena simples
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Dezena simples
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Unidade simples
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9º
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8º
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7º
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6º
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5º
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4º
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3º
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2º
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1º
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7
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9
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6
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8
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4
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3
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2
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8
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1
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796.843.281
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700.000.000
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90.000.000
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6.000.000
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800.000
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40.000
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3.000
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200
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80
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1
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Setecentos e noventa
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Setecentos
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noventa
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Seis
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oitocentos
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quarenta
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Três
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Duzentos
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Oitenta
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Um
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Seis milhões,
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milhões
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milhões
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milhões
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mil
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mil
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mil
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Unidades
s.
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Unidades
s.
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Unidade
s.
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Oitocentos e quarenta
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Três mil, duzentos e
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Oitenta e uma unidade
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1
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4
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5
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9
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314.267.859
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2
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3
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4
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1
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5
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241.323.415
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3
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3
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9
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9
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8
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7
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6
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6
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533.998.766
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5
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9
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3
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8
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4
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2
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2
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1
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759.384.221
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1
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4
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7
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6
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8
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2
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342.147.682
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5
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6
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7
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3
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8
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2
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9
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356.173.829
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9
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8
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2
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4
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5
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6
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7
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3
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198.245.673
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2
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6
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1
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7
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4
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5
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8
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2
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326.174.582
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9
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1
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5
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8
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7
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4
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6
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239.158.746
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sábado, 27 de abril de 2013
TABELA PARA TRABALHAR VALOR POSICIONAL E NÚMEROS POR EXTENSO
26/02/13
REPÚBLICA DO BRASIL: REPÚBLICA DA ESPADA
O Império do Brasil, ficou ainda mais enfraquecido com
a abolição dos escravos em 1888, visto que os grandes cafeicultores
escravocratas, perderam sua mão de obra.
O café era nosso principal produto de exportação, além de apresentar-se
como o maior empregador e dinamizador da economia interna. Por isso, os
interesses dos cafeicultores estavam sempre em primeiro plano, durante o
período do Brasil Império. Outros descontentes com o império eram os grupos
urbanos dos mais humildes aos mais abastados, também não se consideravam
representados pelo império. O descontentamento só crescia, quando uma junta
militar encabeçada por Deodoro da Fonseca tomou o poder no Brasil entre 1889 e
1894, instituindo a República. O governo provisório foi instituído por Deodoro
da Fonseca como presidente e Floriano com vice, que tinham como obrigação
elaborar uma nova Constituição e até mesmo uma consulta popular sobre qual
regime o povo considerava o melhor para o Brasil: República ou Monarquia (que,
aliás acabou por ocorrer somente 104 anos após a proclamação da república, em
1993). Houve uma eleição que a princípio
deveria ser direta, mas o que aconteceu foi eleições indiretas, que confirmaram
Deodoro e Floriano no poder.
Esse período de governo ficou conhecido como a
República das espadas. Deodoro em 1891 é forçado pela primeira revolta armada
na baía de Guanabara comandada pelo almirante, Cústódio de Melo, que ameaçava
bombardear o Rio de Janeiro, a deixar o poder e quem assume é o vice Floriano, nessa
época havia vários problemas políticos, como desemprego, atritos com as
oligarquias cafeeira, que queria o poder e a inflação estava crescente. Floriano
Peixoto assumiu a presidência, e entre seus atos, estatizou a moeda, com uma
emissão de moeda-ouro estável, estimulou a indústria, para promover o emprego,
com isso baixou o preço de imóveis e alimentos, com o salário justo. Floriano
também repreendeu movimentos monarquistas e entre seus atos, proibiu o Jornal
do Brasil, na época com inclinações monarquistas, de circular até o final de
seu governo, pois não era monarquista. Floriano Peixoto ficou conhecido como
Marechal de Ferro, pela sua dureza que abafou a revolta da segunda armada, que
era composta por revoltosos da marinha, almirantes Saldanha
da Gama, Eduardo Wandenkolk e Custódio de Melo, ex-ministro da Marinha e candidato declarado à
sucessão de Floriano. Sua adesão refletia o descontentamento da Armada com o
pequeno prestígio político da Marinha.
A República da Espada significou um período de
transição, onde o poder político fora preparado para as oligarquias. A partir
desse momento, as novas figuras da elite nacional assumiram um regime que só se
demonstrava liberal no campo das teorias. Na prática, a violência e a exclusão
contra as camadas populares perpetuaram uma série de vícios e desmandos
encontrados ainda hoje.
REDAÇÃO: 21/01/12 o Humanismo no Renascimento e a
sua concepção de Idade Média
“A
QUEDA DE UM, É O TRIUNFO DE OUTRO”
A
fase Renascentista (XIII á XVII) da história fez a ligação entre Idade Média (século
V ao XV) e a Idade Moderna (29
de maio de 1453,
ou século XV). Antes de falarmos sobre o humanismo no Renascimento, vamos
refletir como esse fato importante teve seu início. Começou com a crise do
Império Romano e as Invasões Bárbaras,
favorecendo um processo de ruralização das populações que não mais podiam empreender atividades comerciais, em razão das constantes guerras promovidas pelas invasões bárbaras e a crise dos centros urbanos constituídos durante o auge da civilização clássica.
favorecendo um processo de ruralização das populações que não mais podiam empreender atividades comerciais, em razão das constantes guerras promovidas pelas invasões bárbaras e a crise dos centros urbanos constituídos durante o auge da civilização clássica.
A
ruralização da economia atingiu diretamente as classes sociais. Antes tinha a
classe de escravos e plebeus, após o ingresso dos povos germânicos, uma nova classe
surgiu, a campesina que consolidou como a principal força de trabalho dos
feudos. Trabalhando em regime de servidão, o camponês estaria atrelado à vida
rural devido às ameaças dos invasores bárbaros e a relação pessoal instituída
com a classe proprietária, ali representada pelo senhor feudal. Após a morte do
senhor feudal os feudos eram passados para o primeiro filho homem, para que não
houvesse a divisão das terras. Os outros filhos nobres, mas sem terra,
ingressavam nas cruzadas religiosas, que tinha como objetivo a expansão da
religião católica, mas, os nobres sem terra iam para conseguir um pedaço de
terra. Até nessa época o que prevalecia era o teocentrismo, ou seja, Deus era o
centro de tudo, quem dominava era a igreja.
Voltando
aos feudos, após as invasões bárbaras ficarem mais contidas, as pessoas começam
a sair ou fugir dos feudos e se aglomerarem fora das muralhas, formando os
burgos, as cidades. Com isso surgindo uma nova classe social, os burgueses, que
não aceitavam as leis da igreja que colocava os empréstimos, o lucro, como
sendo pecado. Nesse período a igreja católica estava enfraquecida, para
continuar no poder, surge os Estados Absolutistas, que une a igreja e os
nobres. Quem escolhia o rei que ia governar era a igreja, e esse era visto como
representante soberano de Deus. Os nobres tinham sangue a azul, mas não tinham
dinheiro, então começaram os casamentos entre a nobreza e a burguesia.
Com
o aumento das cidades, têm início as grandes navegações, que levam as pessoas a
valorizar crescentemente as conquistas humanas. Esses fatores combinados levam
a um processo que atinge seu ponto máximo no Renascimento. Como conseqüência
dessa nova realidade social, o Teocentrismo pregado e
defendido durante tantos anos pelas classes anteriores, passa a dar lugar para
o Antropocentrismo, nova visão onde o homem se coloca como sendo o
centro do Universo. Tudo passa a ser comprovado pela razão e não pela fé. O homem
passa a ser encarado como ser humano, e não mais como a imagem de Deus. Todas
as Artes passam a ser mais humanistas, os poemas e as músicas da época passam a
retratar mais o ser humano em sua formação.
Essas
mudanças, não significam que a religião estava acabando, mas, apenas que nesse
momento os artistas passavam a embutir em suas obras também o lado humano.
Apartir
do surgimento dos burgueses, das cidades, do antropocentrismo, também começa a
Modernidade.
Então
por esse motivo a todo o momento para entendermos as mudanças das classes
sociais e econômicas e culturais e artísticas atuais, precisamos primeiro
entender seu início.
FATORES QUE AMPLIARAM O ESTUDO DA HISTÓRIA REGIONAL
02/04/2013
Quando
estudamos a história a partir do enfoque, História Regional, estamos
enfatizando a necessidade de pesquisarmos espaços e contextos que ficam
esquecidos, estamos salientando a necessidade de ampliarmos os objetos de estudos
para conhecermos melhor a história do país, valorizando as peculiaridades. O
estudo regional nos permite estabelecer comparações, uma vez que, ao
estabelecermos uma relação do regional com o nacional, nossa visão e
compreensão de determinado fato se amplia, possibilitando romper com
estereótipos historiográficos.
[...] o estudo regional oferece novas óticas de análise do estudo
de cunho nacional, podendo apresentar todas as questões fundamentais da
História (como os movimentos sociais, a ação do Estado, as atividades
econômicas, a identidade cultural etc.) a partir de um ângulo de visão que faz
aflorar o especifico, o próprio, o particular. A historiografia nacional
ressalta as semelhanças, a regional lida com as diferenças, à multiplicidade. A
historiografia regional tem ainda a capacidade de apresentar o concreto e o
cotidiano, o ser humano historicamente determinado, de fazer a ponte entre o
individual e o social. [...] (SILVA, 1990, p.13).
No
Brasil, os estudos regionais de história proliferaram, sobretudo, a partir das
décadas de 1970 e 1980. Suas maiores expressões ocorreram com mais intensidade
no campo da História Agrária e da História Política. Esses estudos continham
por pressupostos metodológicos a pesquisa empírica, quase sempre ancorada sobre
um número expressivo de fontes seriadas, o qual só era possível de ser
realizado através de um recorte espacial regional bem específico.
Apartir
de seu surgimento o estudo da história regional foi se ampliando pelo fato de
não bastar mais só estudar a história do Brasil, mas era preciso saber questões
mais particularizadas de cada região brasileira, pois cada uma tinha sua
história. Com todo esse interesse por temas regionais houve a instalação e
ampliação de cursos de pós-graduação em todo país, comprometidos com temas
locais. As transformações recentes da história brasileira, que mudaram
fortemente a organização espacial do país, com destaque para região Norte e
Centro Oeste foram também um dos motivos desse interesse em conhecer e saber as
peculiaridades de cada região, pois até mesmo porque o conceito de região
sofreu modificação.
A
história regional proporciona ao historiador entender ainda mais o espaço
global, pois possibilita saber dos detalhes que levaram a esta ou aquela
mudança tanto no lado político, social ou econômico de uma região, ou maior, do
país.
REFERÊNCIAS
BARROS, José D’ Assunção. O
campo da História: especialidades e abordagens. Petrópolis, RJ:
Ed. Vozes, 2004.
SILVA, V. A. C. Regionalismo:
o enfoque metodológico e a concepção histórica. In: SILVA, M.
JUNGBLUT, Cesar Algusto. História
Regional. Indaial: Uniasselvi, 2011
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